fevereiro 09, 2004

História

A história escreve-se da tua boca
Entre o canto de uma doce vida
Num trapézio ondulante que desliza
Numa folha escrita de memórias.

O teu corpo desenha doces sabores
Estalando na doce praia de um destino
Acariciando as rochas que te esculpem
Desenhando na areia o museu de sentir.

Abraço que rompe qualquer silêncio
Desejo que desnuda os corpos inertes
Choro que bebe da felicidade deslizante
A sua razão e verdadeira invocação.

Nos teus olhos ondula uma fragrância
Que reconheço perdurar na minha alma
É a doce melodia deslizando suave
Retracto de uma pintura de amor..

O sonho onde o acordar não existe
Memória de um momento incessante
Cores abraçando o horizonte desfolhado
Em mil destinos e imensidão de caminhos.

Todos eles reclamando a tua voz
A doce eloquência de duas almas
O perfume que banha um sentir
Uma carta despindo todo um amor.

As palavras não desaparecem
São musculadas e não desistem
Nos teus lábios recolho a eternidade
Na minha boca ecoa a divindade...

Amo-te, e nunca será uma miragem,
O sabor que sinto no sussurrar do mundo.
Ele é imagem de um olhar que é só teu,
Tatuado numa doce viagem infinita.


Publicado por Ray_Manzarek em fevereiro 9, 2004 07:36 PM
Comentários

Gostei da tua escrita, dos sentimentos e da forma com brincas com as palavras...Voltarei de certeza :)

Afixado por: Susana em fevereiro 16, 2004 08:39 PM

Muito bonito!

Afixado por: luis em março 12, 2004 04:05 PM
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fevereiro 09, 2004
História

A história escreve-se da tua boca
Entre o canto de uma doce vida
Num trapézio ondulante que desliza
Numa folha escrita de memórias.

O teu corpo desenha doces sabores
Estalando na doce praia de um destino
Acariciando as rochas que te esculpem
Desenhando na areia o museu de sentir.

Abraço que rompe qualquer silêncio
Desejo que desnuda os corpos inertes
Choro que bebe da felicidade deslizante
A sua razão e verdadeira invocação.

Nos teus olhos ondula uma fragrância
Que reconheço perdurar na minha alma
É a doce melodia deslizando suave
Retracto de uma pintura de amor..

O sonho onde o acordar não existe
Memória de um momento incessante
Cores abraçando o horizonte desfolhado
Em mil destinos e imensidão de caminhos.

Todos eles reclamando a tua voz
A doce eloquência de duas almas
O perfume que banha um sentir
Uma carta despindo todo um amor.

As palavras não desaparecem
São musculadas e não desistem
Nos teus lábios recolho a eternidade
Na minha boca ecoa a divindade...

Amo-te, e nunca será uma miragem,
O sabor que sinto no sussurrar do mundo.
Ele é imagem de um olhar que é só teu,
Tatuado numa doce viagem infinita.


posted by Ray_Manzarek at 07:36 PM
Comments

Gostei da tua escrita, dos sentimentos e da forma com brincas com as palavras...Voltarei de certeza :)

Posted by: Susana on fevereiro 16, 2004 08:39 PM

Muito bonito!

Posted by: luis on março 12, 2004 04:05 PM
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