setembro 14, 2003

Mar

A chuva cega a sede
A corpos esquecidos e sujos
Que habitam a rua perdida...
Do amor divino.. uno.

Nuvens dançam ao som de trovões
Testemunhas de noites.. de paixões
E desfilando sem parar
Lágrimas sentidas acariciam o mar.

Ó mar salgado que aromatizas o momento
Quanta dor enfeitiçada.. quanto tormento
Me corta a alma doente
Estou triste.. Estou carente...

Não desejo pena, nem compaixão
Apenas liberto a mágoa, a dor
Limpo as feridas ao meu coração
Quero ver o brilho , divina cor.

A espuma do passado desaparece
Dá lugar à vontade , à prece
De querer ser feliz e lutar
Sentir o viver... cantar..

Ó mar salgado que aromatizas o momento
Quanta dor enfeitiçada , quanto tormento
Me corta a alma doente
Estou triste.. estou carente...

Tecer o caminho de glória
Lutar pelo presente, preservar a memória
Amar o que somos e podemos dar
Ser feliz.. novamente sonhar.

Publicado por Ray_Manzarek em setembro 14, 2003 12:56 AM
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setembro 14, 2003
Mar

A chuva cega a sede
A corpos esquecidos e sujos
Que habitam a rua perdida...
Do amor divino.. uno.

Nuvens dançam ao som de trovões
Testemunhas de noites.. de paixões
E desfilando sem parar
Lágrimas sentidas acariciam o mar.

Ó mar salgado que aromatizas o momento
Quanta dor enfeitiçada.. quanto tormento
Me corta a alma doente
Estou triste.. Estou carente...

Não desejo pena, nem compaixão
Apenas liberto a mágoa, a dor
Limpo as feridas ao meu coração
Quero ver o brilho , divina cor.

A espuma do passado desaparece
Dá lugar à vontade , à prece
De querer ser feliz e lutar
Sentir o viver... cantar..

Ó mar salgado que aromatizas o momento
Quanta dor enfeitiçada , quanto tormento
Me corta a alma doente
Estou triste.. estou carente...

Tecer o caminho de glória
Lutar pelo presente, preservar a memória
Amar o que somos e podemos dar
Ser feliz.. novamente sonhar.

posted by Ray_Manzarek at 12:56 AM
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