Brilham no céu
Olhos estrelares de nuvens porcelânicas
Que testemunhas da melancolia humana
Libertam em luto
Doces e singelas lágrimas sentidas
Que tocam no chão oco e adormecido...
Do pensamento humanamente vão...
E só encontram
O esquecimento
De quem é
O que não quer ser...
E se torna
O que não é.