Comprou-se o bilhete. O filme é um thriller, cujo enredo parece bastante interessante e sedutor. Preparamo-nos para uma viagem que está prestes a começar. As luzes apagam-se completamente, o ecrã começa a debitar as imagens do nosso contentamento, deleite da vista e da curiosidade. Apreciamo-nos e deixamo-nos voar, sempre sentados no nosso lugar.
Chegou o intervalo, e as nossas preocupações começam agora. Está tudo estragado, porque reconhecemos na plateia inúmeras individualidades e seres passíveis de minarem o nosso deleite cinematográfico. Essas mesmas pessoas retornam aos seus lugares, e os nossos piores cenários são agora realidade. Todas envergam massivos baldes de pipocas nas mãos, preparadíssimas para as desgustarem alarvemente, enquanto o filme retoma o seu percurso narrativo. E o som de um mastigar, multiplicado por dezenas, parece fazer ruir o tecto do cinema, assim como o chwingar de pastilhas. O voo acabou, e o nosso esforço por conduzir a nossa atenção para o filme, parece inglório, porque invariavelmente focamos a pessoa que atrás, ou à frente, mastiga sem parar o seu balde de pipocas. E pensamos, abençoados baldes, sacos, saquinhos e merdinhas para comer, acabem depressa, que eu quero ver o filme! E tenho escrito! :)
por isso, opto por cinemas sem pipocas...
Afixado por: Ana em agosto 30, 2003 04:13 PMMa eu gôtuh de pipokassssssssss lol!!!! Mas admito que não as como muitas vezes no cinema, porque realmente, ás vezes enerva mesmo!!!! mas lá tah uma boa opção é mesmo ir a um cinema sem pipocas, mas eles escasseam...e nem todos podem frequenta-los...por isso, fãs da sétima arte, é a bida...temos que nos conformar e habituar, infelizmenteh!!!!
:)*